Rosana Andrea Costa de Castro
Teacher
Kelvin Aguiar de Sousa
Tutor-Editor
Felipe Batista Ferreira de Oliveira
Tutor-Editor
Ana Beatriz Carvalho Sousa
Tutor-Editor
Makelle Brasileiro de Paula
Tutor-Editor
Ana Clara Dutra de Oliveira
Tutor-Editor
Maria Clara Nogueira Amador
Tutor-Editor
Wanessa da Silva Sousa
Tutor-Editor
Kivia Fernanda Figueiredo Barbosa
Tutor-Editor
Julia Gruber Santana
Tutor-Editor
Lara Honorio de Melo da Silva
Tutor-Editor
Sofia Izar dos Santos Goncalves
Tutor-Editor
Isabela Marcal Ribeiro
Tutor-Editor
Beatriz Martins Caetano
Tutor-Editor
Andy Neves de Oliveira
Tutor-Editor
Larissa Orcelli Freire
Tutor-Editor
Rebeca Rocha Pereira
Tutor-Editor
O curso terá dois segmentos:
Síncrono: terça-feira, 08 horas.
Busca-se apresentar os principais projetos e programas poéticos da dita arte popular brasileira. Assim, apresentaremos os principais criadores tipificados pela história da arte convencional como artistas populares, responsáveis pela constituição de um vocabulário plástico próprio, dentro da perspectiva de construção da cultura brasileira e suas filiações internacionais, por meio da difusão. Debateremos formas de compreensão da imagem da arte na cultura visual contemporânea; formas e práticas poéticas de representação identitárias; os fatores da produção e circulação “do” poético: artificação como problema social e a representação e sua crise nas visualidades populares moderno-contemporâneas.
Presencial: quarta-feira, 08 horas: Departamento de Artes Visuais/UnB (SG1).
Os limites entre o aRtivismo, visualidades e uma economia da imagem a partir da arte contemporânea após 1960 são o mote do curso. Focado em como tais limites podem contribuir na formação de professores, parte de relações entre a história da arte, história cultural e as ciências sociais, com o objetivo de compreender a constituição, a circulação, os conflitos entre modelos de visualidade que assimilam, visibilizam e “criam” projetos poéticos e a produção devotada às práticas sociais, políticas, típicas da pós-produção e da condição imaginal. Para tanto adotaremos uma perspectiva histórica, capaz de reconhecer temporalidades específicas do mundo da cultura no contemporâneo.